A democracia tem sua legitimidade no terreno político e não no âmbito ontológico ou até mesmo no Direito natural. As filosofias modernas deram respaldo à confusão que misturou essas esferas superestimando o escopo das decisões democráticas e estão, por isso, nas bases dialéticas, no sentido hegeliano, das reações pós-modernas em que há o predomínio de narrativas sobre a realidade. Se antes em nome da democracia poderia se recriar o real, hoje em nome de inúmeras outras loucuras tal procedimento é realizado.
Em busca de sabedoria em tempos de relativismo professo. Talvez um pouco de classicismo seja necessário, um retorno aos paradigmas perdidos... Procuro dessa forma momentos de lucidez para além de razões e desrazões extremadas. Neste blog coloco à vossa disposição textos de minha autoria nos quais como católico apostólico romano busco alcançar sabedoria verdadeira. Com a graça de Deus poderei combater o bom combate contra a mentira que reina quase absoluta hodiernamente. ¡VIVA CRISTO REY!
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quarta-feira, 4 de março de 2026
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