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segunda-feira, 1 de junho de 2026

Apostila de História de Belo Horizonte para crianças - cap. III

 CAPÍTULO 3: BELO HORIZONTE ANTES DE SUA EMANCIPAÇÃO ¹


No exercício do capítulo anterior você teve que descobrir através da imagem quais são as diferenças entre o espaço urbano e o espaço rural. Com a tecnologia atual podemos considerar que essas diferenças diminuíram, mas é importante entender que elas ainda existem. Uma área urbana é dominada por prédios, construções e indústrias como dissemos no capítulo anterior. Já a área rural possui elementos como plantações, criação de animais como bois, ovelhas e cavalos, com pasto abundante para que esses animais se alimentem. No espaço rural as moradias são mais afastadas, em geral, fazendas e sítios.

Partindo dessa diferença podemos dizer que a cidade de Belo Horizonte (BH) é uma cidade altamente urbanizada, já que a maior parte de sua população vive em área urbana. Sabendo também que BH foi uma cidade planejada podemos entender melhor como foi esse processo de urbanização ao longo de sua história, o que nos leva à pergunta: como BH foi criada?


  1. A ideia de uma nova capital


Durante muitas décadas a capital da província ou estado de Minas Gerais foi a cidade de Ouro Preto. No entanto, os governantes consideraram que seria necessário mudar a sede do governo. Em meio à essa procura decidiram criar uma nova cidade e com isso resolveram que ela seria feita no local que se chamava Arraial do Curral del Rey. Com isso podemos dizer que a história de nossa cidade se inicia antes mesmo dela ter sido escolhida para ser a capital do estado de Minas Gerais. 


  1. O que havia antes da fundação da cidade de Belo Horizonte? 

A cidade foi inaugurada em 12 de dezembro de 1897 (mil oitocentos e noventa e sete), mas há registros que mostram que no mínimo 196 anos antes dessa data, ou seja, em 1701 (mil setecentos e um) já havia presença mínima de civilização no território da atual cidade de Belo Horizonte. Antes dessa data há poucos registros confiáveis, mas escavações arqueológicas próximas ao bairro do Horto e Santa Inês, onde se encontra atualmente o museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, dão indícios de que havia presença de indígenas na região.


Quanto a esse início do Curral Del Rey, antigo nome pelo qual a região era conhecida antes, há duas versões que apontam dois nomes diferentes que teriam povoado a região primeiro. Uma das versões destaca o nome do bandeirante João Leite da Silva Ortiz, enquanto  a outra indica o nome do português Francisco Homem Del Rey. Ambos de fato estiveram na região, mas adotamos a versão do grande historiador da origem de Belo Horizonte, Abílio Barreto, que afirmava ser João Leite S. Ortiz o desbravador da região.

Ortiz de acordo com documentos da época teria recebido autorização do governador Antônio de Albuquerque Coelho de Carvalho, representante da Coroa Portuguesa, para explorar as terras que futuramente pertenceriam a Belo Horizonte. Essa autorização ocorreu em 1711 (mil setecentos e onze) e o povoado criado por Ortiz ficava localizado aos pés da Serra das Congonhas, que posteriormente foi renomeada como Serra do Curral.

A outra versão aponta que Francisco Homem Del Rey teria sido o pioneiro na povoação do Curral del Rey, pois anteriormente havia somente a Fazenda do Cercado onde hoje se localiza o bairro Nova Cintra. Conforme indicam os documentos ele teria obtido autorização da coroa portuguesa para se estabelecer em 1709, no local que receberia o nome Curral Del Rey em sua homenagem.

Independentemente de qual deles foi mais importante na história de Belo Horizonte, fato é que houve povoamento e desenvolvimento na região antes mesmo de sua inauguração como cidade independente. 


1-  Emancipação: ato de tornar um distrito ou local um município sem dependência de outro município ou cidade.Com isso o local que foi emancipado passa a ter sua própria prefeitura e leis municipais.


EXERCÍCIOS


  1. Escreva em seu caderno o significado das palavras que estão sublinhadas no texto. Caso haja outra palavra que você queira procurar fique à vontade. Para essa tarefa utilize o dicionário.


  1. Qual era o nome do local escolhido para se tornar capital de Minas Gerais antes de mudar o nome para Belo Horizonte?


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  1. Qual era o nome da serra em cuja base foi construído um arraial por volta do ano 1701 (mil setecentos e um)?


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O QUE É UMA ESCAVAÇÃO ARQUEOLÓGICA?

É uma pesquisa feita por cientistas que buscam descobrir objetos deixados por povos mais antigos que habitavam a região pesquisada. Os arqueólogos com muito cuidado cavam o solo em busca desses objetos.


  1. O que foi encontrado nas escavações arqueológicas realizadas nos bairros Horto e Santa Inês?


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sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Pensamento avulso CXXXVI

Uma das políticas que mais prejudicou a verdadeira Igreja Católica no Brasil foi o padroado. Houve uma enorme ingerência do poder temporal sobre o poder espiritual, sem contar os tentáculos da maçonaria e do positivismo que se estenderam sobre ela.

sábado, 10 de dezembro de 2022

Pensamento avulso LXXV

Fico observando esse papo furado de "seleção africana despacha colonizador". De fato o neocolonialismo europeu foi um desastre absurdo, vide o genocídio de Ruanda resultado de uma política desastrosa, principalmente da Bélgica. No entanto, frases como a segue acima fazem um recorte histórico limitado como se o mundo houvesse começado após a Revolução Francesa. Esquecem, por exemplo, os séculos de domínio islâmico na península ibérica e do imperialismo otomano. Esquecem-se da Batalha de Lepanto um evento que mudou o curso da história numa vitória improvável da Liga Santa. Não, os otomanos não eram pobres coitados assolados por europeus malvadões. Eram uma potência econômica e militar expansionista.

Por essas e outras não caia nesse maniqueísmo "decolonialista" e racialista que resume toda a história aos bonzinhos (bons selvagens rousseaunianos) sendo explorados pelos malévolos homens brancos civilizados. Com isso monopolizam não apenas a virtude, mas também o sofrimento, afinal nesse mundo só sofre quem pertence a alguma "minoria ideológica".

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Grandes cientistas, homens de fé*: os testemunhos de Alexis Carrel e Jérôme Lejeune

“Este sistema belíssimo do sol, planetas e cometas só poder ter surgido do conselho e domínio de um Ser inteligente e poderoso. E se as estrelas fixas são centros de outras sistemas similares, estes, sendo formados por um conselho sábio semelhante, devem estar todos sujeitos ao domínio de Alguém, especialmente porque luz das estrelas fixas é da mesma natureza que a luz do sol, e de cada sistema a luz passa para todos os outros sistemas. E para evitar que os sistemas das estrelas fixas caíssem um sobre o outro por suas gravidades, ele colocou estes sistemas a imensas distâncias entre si.
Este Ser governa todas as coisas, não como a alma do mundo, mas como Senhor sobre tudo.” (Isaac Newton)  

            O trecho acima é retirado do livro que inaugurou a física clássica. Se Galileu e outros iniciaram o processo foi Isaac Newton quem sistematizou e deu contornos mais bem definidos à ciência da natureza, ainda chamada de filosofia natural, e estabeleceu um marco na história das ciências. Pois bem o trecho acima não parece a um leitor contemporâneo ter saído de um livro de ciências, mais precisamente de um tão marcante, mas de um livro de apologética cristã.
         Tal sensação ocorre porque muitas pessoas no mundo contemporâneo, acentuadamente no ocidente, não conseguem compreender o fenômeno da fé, não conseguem dimensionar o poder da fé, talvez porque a tentem medi-la, como o diz o ditado “com sua própria régua”. Não que a fé seja rechaçada por completo, mas é tida como uma motivação secundária e que só poderia ter uma explicação psicológica ou ideológica de motivações primárias sejam econômicas como diriam os marxistas ou pela pura ignorância como diria um Dawkins.
         No entanto a história nos mostra que grandes cientistas não negaram suas crenças podendo citar aqui como exemplo a famosa anedota de Pasteur que lia sua Bíblia num trem até que foi interrompido por um jovem entusiasta da modernidade para quem a Bíblia era resquício de um período de obscurantismo e que esse jovem ao perceber a quem se dirigia vai-se amuado, a refletir. Poderia mencionar mais outros nomes destacando dois sacerdotes católicos Gregor Mendel, pai da genética, e Georges Lemaître, pai da teoria do Big Bang, mas permaneçamos por aqui.
         Antes porém de darmos sequência à temática destacando as figuras de Alexis Carrel e Jérôme Lejeune é preciso fazer duas observações pertinentes uma delas tendo por base o livro, “Imitação de Cristo”, de Tomás Kempis. A primeira é que a qualidade de um trabalho científico independe da crença ou ausência de crença do cientista. Os trabalhos de Stephen Hawking ou de Madame Curie, p. ex., não deixam de ser bons por conta da descrença, no entanto o número de gênios cristãos que alteraram o curso do conhecimento humano supera e muito o número de descrentes. O segundo ponto é a necessidade da humildade, essa virtude tão essencial, além da graça de Deus como nos diz T. Kempis: “Prefiro sentir a contrição dentro de minha alma, a saber defini-la. Se soubesse de cor toda a Bíblia e a sentença de todos os filósofos, de que te serviria tudo isso sem a caridade e a graça de Deus?” (KEMPIS, 2012, p. 21).
                   Pois bem feitas tais considerações analisemos os testemunhos de dois médicos e grandes cientistas Dr. Alexis Carrel e Dr. Jérôme Lejeune que conseguiram cumprir com excelência tanto o critério técnico/científico quanto o critério religioso/moral.

Dr. Alexis Carrel (1873-1944): o viajante de Lourdes
        
Homem observador e que se viu ainda jovem tentado pelo ambiente universitário a renegar suas crenças consideradas pueris (tendo cedido a tais argumentos) ou em termos positivistas uma crença própria de um estágio inferior no desenvolvimento da humanidade rumo ao conhecimento. Carrel formou-se e a revelia de seus mestres criou métodos próprios de cirurgião tendo sido agraciado em 1912 com o prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina por suas pesquisas sobre transfusão de sangue e transplantes. O grande marco que o fez abandonar o agnosticismo e mesmo o ateísmo foi o fato de presenciar uma cura milagrosa em Lourdes. Num desses eventos tidos por “acaso” ele acompanhava uma jovem que ao ser banhada nas águas da gruta de Lourdes se recuperou de um mal incurável o que abalou as certezas científicas do jovem médico e o fez questionar o próprio valor que atribuía às ciências naturais. Desde então inquietou-se e foi pouco a pouco retornando à casa, pois toda conversão é apenas um voltar-se ao criador. Carrel foi membro da Academia de Ciências do Vaticano e escreveu excelentes obras nas quais questionou a falta de fé de sua época bem como exortou todos a orar, pois os efeitos das orações são extraordinários.

  Dr. Jérôme Lejeune (1926-1994): defensor da vida desde a concepção

Reconhecido pelas suas pesquisas acerca dos cromossomos, Lejeune é o principal responsável pelo descobrimento das causas da Síndrome de Down além de ter sido pediatra e o primeiro professor de Genética fundamental da Faculdade de Medicina de Paris. Certamente seria agraciado pelo prêmio Nobel se não fosse por sua defesa veemente da vida sendo, por isso, um árduo combatente contra a legalização do aborto. Se o mundo recusou o cristianismo de Lejeune ele foi reconhecido pelo Vaticano fazendo parte da Academia da Vida. Atualmente há um processo aberto de beatificação além de uma importante fundação de defesa da vida com o seu nome:

“Cada uno de nosotros comienza a existir en un momento preciso en el que toda la información genética necesaria y suficiente la recoge una sola célula, el óvulo fecundado, y éste es el momento de la fecundación. No hay la menor duda de ello, y sabemos que esta información está inscrita en un tipo de listón que llamamos DNA.” Dr. Lejeune.
           

* Este texto foi elaborado em vista do encontro de formação do NUEC (Núcleo de Estudos Católicos) em parceria com o MUR (Movimento Universidades Renovadas realizado no dia 26/08 às 18h45min na Escola de Engenharia da UFMG, bloco 4, sala 2298.

Referências:
CARREL, Alexis. A oração: seu poder e efeitos. Porto: Tavares Martins, 1945. Titulo original: La priere.

KEMPIS, Tomás de. Imitação de Cristo. Petrópolis: Vozes, 2012. (Vozes de bolso).

LELOTTE, F.. Convertidos do século XX. 2. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1966. Titulo original: Convertis du XX siecle.

NEWTON, Princípios matemáticos de filosofia natural: Livros I e III/ O sistema do mundo. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008.

            Páginas na Internet:

Suplemento publicitario pagado por Human Life Alliance (2002)


terça-feira, 28 de maio de 2013

Uma grande aula sobre o mundo “medieval”


Gostaria de indicar nesta postagem uma grande aula sobre o mundo católico “medieval” ministrada pelo prof. Orlando Fedeli. O professor além de conhecedor do assunto era um entusiasta do estudo de história medieval e um apologista católico. Para os críticos que enchem os comentários no site Youtube seria necessário, então separar o conteúdo da aula das observações entusiásticas do professor. No que tange à história e aos dados apresentados por ele há algum equívoco? Se sim nos mostre documentalmente como deve ser feito por aqueles que estudam seriamente a história e não por achismo que beiram o ridículo a ponto de algumas pessoas atribuírem à conta da Idade Média Católica os processos inquisitivos dos poderes civis já no séc. XVI, século este já influenciado em grande parte pela ideias renascentistas e marcado pela perda de boa parte do prestígio político da Igreja Católica.
Para aqueles que querem estudar honestamente a história se despindo de preconceitos infantis a aula abaixo reproduzida é um bom começo: anotem os nomes de reis, catedrais, etc. citados pelo professor e pesquisem mais profundamente chegando às conclusões necessárias. Digo por experiência própria, eu que repetia as mentiras históricas que se espalham acerca desse tema e que tive a saudável ideia de verificar (estudando) se o que eu ouvia e repetia sem critério era verdade.
Para constar verifique a postagem “Mentirinha básica que nos ensinam na escola” e escute a aula abaixo:






sábado, 13 de outubro de 2012

Resistência católica ao nazismo


Durante boa parte da minha vida escolar principalmente no ensino médio ouvi muitas pessoas dizerem, professores inclusive, que a Igreja Católica havia feito “vistas grossas” frente a expansão do nazismo. A princípio considerava tais afirmações a contragosto, mas as evidências dadas pela autoridade dessas pessoas encontrava eco em mim e eu me via como papagaio de pirata repetindo tudo que ouvia com ar de intelectual crente de minha perspicácia.
Apesar disso, não satisfeito com a vagueza de meus conhecimentos e num período de profundas mudanças na minha vida passei a estudar mais seriamente e a investigar o que eu afirmava a respeito de muita coisa, principalmente no campo da história, percebendo minha ignorância em muitos assuntos dos quais eu falava “pelos cotovelos”. Numa dessas pesquisas voltadas para a posição da Igreja frente o nazismo verifiquei que a figura difamada do papa Pio XII na verdade havia sido muito importante na preservação de milhares de vidas. Mais recentemente encontrei algo sobre o cardeal alemão Van Galen e sobre sua coragem e resolvi partilhar com vocês o que verifiquei nessas leituras iniciais.
No período da ascensão do nacional-socialismo ele acusou seus propósitos assassinos internamente na Alemanha, mostrando também ao mundo quais eram seus objetivos. Seu encontro com o papa Pio XI em 1937 culminou com a criação da encíclica, “Mit Brennender Sorge”.  Esta encíclica demonstra que a Igreja Católica Apostólica Romana foi uma das primeiras, senão a primeira instituição ocidental a acusar o regime nazista por não reconhecer direitos naturais e ferir profundamente a dignidade humana com sua propaganda discriminatória.
O que escrevi acima é somente uma introdução ao tema afinal ainda estou estudando mais detalhadamente sobre o assunto agora e queria deixa-los a par disso. Para mais informações seguem as referências abaixo.     

Referências do Vaticano:
http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/angelus/2005/documents/hf_ben-xvi_ang_20051009_po.html
http://www.vatican.va/holy_father/pius_xi/encyclicals/documents/hf_p-xi_enc_14031937_mit-brennender-sorge_it.html
http://www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20051009_von-galen_it.html

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Mentirinha básica que nos ensinam na escola

Deve-se dizer que a diversidade de razões no conhecer determina a diversidade das ciências. Tanto o astrônomo como o físico chegam à mesma conclusão: a terra é redonda. Mas o primeiro se utiliza de um raciocínio matemático, que prescinde da matéria; ao passo que o físico por um raciocínio que tem em conta a matéria. (TOMÁS, 2001, p.139)

Quem já não ouviu de um professor, já não leu num jornal, ou soube de alguma outra fonte que a Igreja é obscurantista e, portanto, inimiga da ciência. Pois é, um dia também eu ouvi e acreditei nesse tipo de besteira que virou "dogma" com o avanço do Iluminismo. E nesse rol de histórias mentirosas e absurdas está a de que a Igreja afirmava categoricamente que a terra não era redonda (sic.). Entre as inúmeras provas de que isso não era verdade cito acima um trecho da, “Suma Teológica”, de Santo Tomás de Aquino um dos mais importantes, senão o maior, dos filósofos católicos.

Cabe ressaltar que S. Tomás de Aquino viveu em pleno século XIII, apogeu da Idade Média onde as universidades correspondiam a tal designação. São pensadores desse período: S. Alberto Magno, S. Boaventura, Roger Bacon e Roberto Grosseteste. O alto nível das discussões de tais pensadores supera e muito, vários dos debates que se realizam em nossas universidades atuais.

Se tivéssemos pesquisadores mais sérios e comprometidos com os fatos que estudam e não com as ideologias que “professam”, talvez menos lixo intelectual fosse produzido no país e a verdade pudesse prevalecer...

Referência bibliográfica:

TOMÁS, de Aquino, Santo. Suma teológica: teologia, Deus, trindade: volume 1: parte 1: questões 1-43. 2.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2003.

Indicações:

CHESTERTON, G. K. S. Tomás de Aquino. 3.ed. Braga: Cruz, 1957. 271p. (Colecção Critério ; 3).

LIMA VAZ, Henrique C. de, SJ. Escritos de filosofia VII: Raízes da modernidade. São Paulo: Loyola, 2002. 291p. (Filosofia; 55).

Lino Batista 20/05/11